A primeira postagem do blog não podia ser mais especial para mim. Samanta Holtz é uma das escritoras contemporâneas que mais admiro. Hoje ela publicou em sua linha do tempo uma mensagem linda de inspiração sobre o amor e me senti no dever de compartilhar, claro que com a devida autorização da mesma.
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O que tem motivado as suas decisões? Suas conquistas visam despertar aplausos daqueles que o rodeiam, ou você deseja cumprir uma missão (de bem) no mundo?Como você tem preenchido sua estante? Como troféus ocos, feito de ouro de tolo, ou vitórias que, mesmo que pequenas aos olhos de muitos, fazem sentido de verdade a você e àqueles que você ama?
É fácil a gente se perder entre as tentações que a vida oferece, mas não podemos nos esquecer do principal: um dia, ela termina. Tudo acaba. E tudo aquilo que fizemos, dissemos, mostramos ou omitimos a favor do ego perde o sentido. Vira pó. Sem que a gente tenha cultivado nada de verdadeiramente belo.
Para saber como viver bem a vida, a verdadeira pergunta é: Como você deseja TERMINAR a vida? Rodeado de coisas cujo valor superestimou, ou de pessoas cujo amor soube honrar? De aplausos vazios daqueles que tentavam puxar seu tapete, ou da gratidão das pessoas que o amam de verdade?
Só o que importa, no final de tudo é o amor. Sempre o amor. Só o amor.
O que quer que você faça, senão houver amor ali... O amor puro, não a paixão passageira que o mundo oferece... Acredite, esse é o caminho errado.
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Lindo, não? Caso queira conhecer um pouco do trabalho da Samanta Holtz, leia a breve biografia abaixo e acesse os links das redes sociais dela.
Desde pequena, Samanta era apaixonada pelas letras. Teve a infância
dividida entre livros e histórias contadas pelos pais e pelo avô Paulo,
que adorava reunir os netos e incendiar a imaginação deles com
historinhas que eles nunca se cansavam de escutar. No entanto, Samanta
não se contentava apenas em ouvi-las; tinha tanta curiosidade para
entender o significado daqueles conjuntos de letras e palavras que, aos
cinco anos, aprendeu a ler sozinha. Foi o que bastou para que começasse a
devorar os gibis do Maurício de Sousa, que a mãe nunca deixava faltar
em casa. Até que percebeu que não se contentava apenas em ler e, aos
sete anos, começou a criar seus próprios personagens e escrever
histórias em quadrinhos. Se alguém perguntasse o que ela desejava ser
quando crescesse, a resposta estava na ponta da língua: redatora do
Maurício de Sousa.É escritora de 3 livros publicados pela editora Novo Século (O pássaro, Quero ser Beth Levitt, Renascer de um Outono, além de ter participado da Coletânea de contos "Em contos de amor" publicado pela editora Subtítulo e atualmente assinou contrato de sua próxima obra com a Editora Sextante, selo Arqueiro, uma das maiores editoras do Pais.





